Buinho Educativo
O Buinho Educativo, programa educativo partilhado pelo Buinho e pelo Zingarelho, trabalha ou trabalhou com escolas e municípios de Aljustrel, Almodôvar, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Odemira e Ourique.
Educação inclusiva
As escolas mais pequenas e mais distantes têm menos ocasiões para usar a tecnologia de forma criativa. Trabalhamos com elas todas as semanas — robótica, fabricação digital, design e ciência, ligados ao currículo e ao território — para que alunos e professores dos territórios de baixa densidade tenham as mesmas oportunidades que existem noutros lugares.



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Onde trabalhamos
O Buinho Educativo, programa educativo partilhado pelo Buinho e pelo Zingarelho, trabalha ou trabalhou com escolas e municípios de Aljustrel, Almodôvar, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Odemira e Ourique.
Robótica nas escolas do 1.º ciclo e o Espaço Maker municipal em Castro Verde; literacia digital e STEAM nos agrupamentos de Colos e de Sabóia, em Odemira; trabalho nas escolas de Ourique desde 2021; o primeiro makerspace educativo de Ferreira do Alentejo, desde 2022; e um dia por semana nas escolas das freguesias de Aljustrel, o concelho onde estamos sediados.
Um trabalho regular, perto das escolas, reduz a distância entre as comunidades periféricas e os grandes centros. A continuidade conta: uma sessão semanal cria hábitos e competências que uma visita isolada não consegue.
Através do EIRA, a acreditação Erasmus+ escolar coordenada pelo Buinho com sete agrupamentos da região, professores destas escolas formam-se noutros países europeus. E professores de toda a Europa vêm aprender connosco.
Parceiros e clientes














Actividades

01 / STEAM
Explorar motores, circuitos e programação através de pequenos desafios. O objecto construído permite observar o que acontece quando mudamos uma ligação, uma instrução ou uma peça.
Em Castro Verde, a robótica tem feito parte das actividades de enriquecimento curricular semanais de turmas do 1.º ciclo, em várias escolas do concelho.
Experimentação em grupo, resolução de problemas e pensamento computacional.
Conversar sobre esta actividade ↗02 / STEAM
A robótica e a fabricação fazem mais diferença quando não são uma visita isolada. Ajudamos municípios e agrupamentos a dinamizar espaços maker com sessões regulares — como o Espaço Maker municipal de Castro Verde — e levamos sessões semanais de literacia digital e STEAM a escolas que não têm um espaço próprio para isso, como nos agrupamentos de Colos e de Sabóia, em Odemira.
Continuidade, equipamento partilhado e competências que crescem ao longo do ano lectivo.
Conversar sobre esta actividade ↗03 / Inclusão
Usar sensores como instrumentos de investigação do meio: formular uma pergunta, recolher observações e discutir o que os dados permitem perceber. A aplicação à experiência sensorial dos espaços — ruído, luz, multidão — é uma linha central do Sensing Belonging e do projecto Invisible Cartographies, no ecossistema Buinho.
Literacia de dados, leitura crítica do ambiente e participação na transformação dos espaços.
Conversar sobre esta actividade ↗04 / Inclusão
Desenhar com e para alunos que vivem o mundo de outra forma: modelos 3D tácteis que explicam fenómenos naturais a crianças cegas e com baixa visão, mapas sensoriais de escolas e museus, cantos mais calmos e sinalética visual, e materiais mais fáceis de manusear.
Este trabalho é desenvolvido no ecossistema Buinho com escolas especializadas e parceiros europeus, e testado em escolas do Baixo Alentejo.
Acessibilidade, empatia e participação dos alunos na construção do seu próprio ambiente.
Conversar sobre esta actividade ↗
05 / STEAM
Ligar desenho e construção com ferramentas de fabricação digital. Testar uma forma, produzir uma peça e revê-la depois de a usar torna o processo de design acessível à aprendizagem.
Prototipagem, desenho, colaboração e uso responsável das ferramentas.
Conversar sobre esta actividade ↗06 / Criação
Explorar e transformar brinquedos aproxima a criatividade, a tecnologia e a reutilização: primeiro perceber os componentes, depois diagnosticar, reparar e, por fim, transformar. Cada sessão é desenhada de acordo com a idade do grupo e o nível de supervisão.
O Toy Hacking é também um dos temas dos nossos cursos estruturados para professores de toda a Europa, e estamos a adaptá-lo à educação pré-escolar com educadoras de infância que conhecemos nesses cursos.
Curiosidade sobre os objectos, experimentação e reflexão sobre reutilização.
Conversar sobre esta actividade ↗Robótica, electrónica, fabricação e exploração criativa. Ligamos os desafios às idades, aos recursos e às perguntas do grupo.
Percursos educativos próximos do território, com experimentação tecnológica e participação. A articulação com escolas e técnicos locais permite adaptar formatos e dar continuidade ao longo do ano lectivo.
Formação prática para experimentar métodos e discutir a sua aplicação, de acções curtas para professores locais a cursos estruturados Erasmus+ para professores de toda a Europa.
Cooperação em educação, inclusão e fabricação. Procuramos complementaridade entre competências e um problema concreto sobre o qual trabalhar em conjunto.
Como trabalhamos
Conhecer o grupo e definir a pergunta. Escolher ferramentas e preparar a sessão.
Experimentar com acompanhamento. Conversar sobre o processo e documentar o que pode ser reutilizado.
Conte-nos com quem quer trabalhar, onde e com que objectivo. Datas, duração e condições são definidas em conjunto.
Propor uma colaboração ↗